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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Que coisa!

A vida ensina muita coisa a todos nós. Nunca pensei em
toda a minha vida que eu concordaria 100% com qualquer coisa que o Fábio Júnior proferisse, o pai do Fiuk (isso dá cria meu pai! rsrsrs), mas não é que eu concordo demais com a afirmação dele sobre mulheres!

"Mulher magérrima, tô fora. Gosto de mulher [ faz sinal para mostrar as curvas do corpo feminino]. Peito, bunda, encorpada, essas magrelas... É uma ditadura esse troço, e não pode. A mulher tem 1,70 de altura, pesa 48 quilos e parece que vai quebrar. Não! Quero estar na cama com uma mulher de verdade. Essas magrelas não me dão tesão..."

Fábio Jr. também sabe das coisas amigo!

P.S. Veja Fabão na oportuna imagem fazendo o que sabe fazer de melhor, iludir o sexo feminino...

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Frase do dia

Há noites em que eu não consigo dormir de tanto remorso por tudo que eu deixei de cometer.

Mário Quintana

sábado, 23 de abril de 2011

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Crise Existencial

Daqui a pouco volto.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Frase do dia...

"Não eduque seu filho para ser rico,
eduque-o para ser feliz.
Assim,
ele saberá o valor das coisas e não o seu preço."
(Autor desconhecido)

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

domingo, 24 de outubro de 2010

O amigo e o puxa saco

Estive preocupado com isso...

Amigo é aquele que diz o que considera que deva ser dito, quer seja bom ou ruim.
Já o Puxa-saco diz o que é agradável aos ouvidos.

Mas a principal diferença entre eles é que o Amigo está interessado no nosso bem-estar e o Puxa-saco está interessado apenas no próprio bem-estar.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Filosofia Barata para os amigos(as)

É que as vezes a gente fica confuso sobre o que fazer...

Mas cabe a nós não fechar os olhos...

E não perder a cabeça...

(clica que aumenta, rsrs)
A dica boa é: ver como as coisas são e não ver o que nós gostaríamos que fosse!
Mesmo que doa. E dói.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Confiança e Confiabilidade

Nesses dias conversávamos sobre confiabilidade e confiança, tudo motivado por uma pergunta que fizeram a meu cunhado. A pergunta era:

- Fulano e fulano são de CONFIANÇA?

A resposta foi positiva, mas eu fiquei a pensar sobre isso e a conversar com minha Nega.
Confiança é um sentimento que nasce na constância, na repetição e na previsibilidade. Confiar em algo ou alguém é prever, presumir que esse alguém ou coisa reagirá ou fará como prevemos. Ganhar confiança tem a ver com demonstrar-se previsível, de comportar-se a partir de critérios, princípios ou regras compreensíveis. Mas acho que a confiança é limítrofe da estupidez e vizinha da fé e, apesar de morar no mesmo bairro da razão, frequenta mesmo é a casa da emoção.

Eu tento praticar o verbo confiar. Aprecio a confiabilidade e me esforço para apresentar-me assim. Gosto das pessoas previsíveis e me incomoda variações de humor.

Usualmente entendermos que CONFIANÇA é, sem sombra de dúvida, uma qualidade positiva, vinculada a bondade e correção. Discordo disso. A Confiança pode muito bem ser aplicada a aspectos negativos do comportamento e da personalidade humana. Convencionamos um privilegio as questões valorosas relacionadas a confiabilidade. Porém conheço muito mais gente confiável que é ruim do que gente confiável que é boa. Muita gente de pior estirpe que são absolutamente confiáveis, podemos esperar que eles comportem-se de determinada forma com um grau de confiabilidade impressionante.

Resumindo:
"- Pode confiar que vai dar merda!"

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

E assim é

Tenho tido muitas reflexões. Tudo decorrente da minha extrema necessidade de entender... na verdade, de possuir uma teoria que me satisfaça.

Como a gente sofre sem necessidade! Como o senso de responsabilidade nos dá uma angústia que não encontra fundo.

Um grande e bom amigo vive a me dizer, "ganhe só o seu dinheiro e deixe o resto para lá"! São palavras sábias, inundadas de cinismo, mas sábias. Mas eu não sei estar sem ser completo... dosar minha presença é um tormento.

Fico na luta das coisas partidas, dos desejos trocados, da previsão ingrata... É que muitas vezes antecipo... e raramente tenho paciencia suficiente para esperar que a vida tome seu rumo e que as demais pessoas estejam prontas para ver também...


segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Muros e Grades

Nas grandes cidades, no pequeno dia-a-dia
O medo nos leva tudo, sobretudo a fantasia
Então erguemos muros que nos dão a garantia
De que morreremos cheios de uma vida tão vazia

Nas grandes cidades de um país tão violento
Os muros e as grades nos protegem de quase tudo
Mas o quase tudo quase sempre é quase nada
E nada nos protege de uma vida sem sentido

Um dia super, uma noite super, uma vida superficial
Entre as sombras, entre as sobras da nossa escassez
Um dia super, uma noite super, uma vida superficial
Entre cobras, entre escombros da nossa solidez

Nas grandes cidades de um país tão irreal
Os muros e as grades nos protegem de nosso próprio mal
Levamos uma vida que não nos leva a nada
Levamos muito tempo pra descobrir
Que não é por aí... não é por nada não
Não, não pode ser... é claro que não é, será?

Meninos de rua, delírios de ruínas
Violência nua e crua, verdade clandestina
Delírios de ruína, delitos e delícias
A violência travestida faz seu trottoir
Em armas de brinquedo, medo de brincar
Em anúncios luminosos, lâminas de barbear

(solidez)

Viver assim é um absurdo como outro qualquer
Como tentar o suicídio ou amar uma mulher
Viver assim é um absurdo como outro qualquer
Como lutar pelo poder
Lutar como puder

Hengenheiros do Hawai
Escute aqui!

Essa aqui faz parte das minhas reflexões de ano novo.
Feliz ano novo!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Capitalismo

Não é difícil de entender, pra ser sincero é bem simples.

Como compreendo existem dois motivos substantivos para o sucesso da lógica do capital. O primeiro é que ela é uma estratégia produtiva de extrema competência, nenhuma outra lógica permitiria tanto excedente. O segundo é que se insere numa dimensão muito básica da humanidade, é uma lógica inteiramente infantil, associada ao egocentrismo e insaciedade típicos da infância. É calcado no desejo... que desejo? Todo o Desejo!

Como argumentação apresento um "case" rsrsrs.

Nosso pequeno, no alto dos seus, na época, 7 anos, chegou para mãe e afirmou:

- Mãe, tu sabia que as pessoas ricas não trabalham? Elas nunca trabalham!
- É mesmo meu filho?
- É mãe, eles tem mordomos que fazem tudo por eles. Não precisa fazer nada, eles pagam para outras pessoas fazerem as coisas por eles.

Capitalismo puro!!! Marxismo puro(Marx - foto)!!!

Isso me dá uma certa angústia, ou melhor, uma enorme angústia, porque a lógica do capital é pouco cooperativa. Ela transborda na idéia de que podemos lucrar sobre o trabalho de outras pessoas. Ela é de fácil acesso e é cômoda para quem tem recursos e incômoda para quem não tem. Ela é instigadora, competitiva e alienante. Porém é sua condição de insustentabilidade que me apavora. Numa sociedade regida pelo capital sem regulação, não há cidadania que não seja paga. A estratégia produtiva é suicida, em algum momento acaba com os recursos e implode sua própria economia e o meio ambiente. Só há um desejo no capitalismo: MAIS!
E de desejar os infantes entendem muito bem.

Passo um tempo pensando na sofisticação que princípios de partilha e comunidade exigem. São difíceis de atingir, mais ainda de manter, requerem tempo e não são entendidos rapidamente. É uma luta injusta de educar os filhos em contrário do império dos desejos. Como se já não fosse suficientemente difícil, ordenar meu próprio desejo, meu próprio fetiche de consumo.

Mas meu coração parte mesmo é de notar que essas reflexões do pequeno vem à tona justamente no semestre que estamos quase sempre... trabalhando!

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Frase do dia... depois do Flamengo e da política...


"O homem é o único quadrúpede de duas patas"


Chumy Chúmez

terça-feira, 14 de julho de 2009

Baruch Espinoza

"Tenho-me esforçado por não rir das ações humanas, por não deplorá-las nem odiá-las, mas por entendê-las".

sábado, 11 de julho de 2009

Arthur Schopenhauer

"Sentimos a dor mas não a sua ausência".

terça-feira, 7 de julho de 2009

A arte profissional...

Não é um post sobre arte, é sobre a arte de ser profissional.
Sobre a arte de estar a serviço.
Sobre o equilíbrio e estratégia na navalha das estruturas de poder.
As vezes eu penso sobre a felicidade!
Esse post é sobre o Dilbert.
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